terça-feira, 19 de junho de 2012

Um pouco de cultura

Anos 1600/1700

Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o suntuoso Palácio não tem banheiros.

Nesta época não existiam escovas de dente, perfumes, desodorantes, muito menos papel higiênico.

As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas.

Em dia de festa a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para 1500 pessoas sem a mínima condição de higiene.

Vemos nos filmes as pessoas sendo abanadas.A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias que eram feitas propositalmente para conter os odores das partes intimas já que não havia adequada higiene.

Também não havia o costume de se tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado pelo uso do abanador.

Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insetos.

Quem já visitou Versalies admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram simplesmente contemplados, mas “usados” como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque lá também não havia banheiros.

A maioria dos casamentos ocorria nos meses de junho (para eles o inicio do verão).

A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o cheiro das pessoas era ainda tolerável.

Entretanto, como os Odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Dai termos Maio como o mês das Noivas, e a explicação da origem dos buquês de noiva.

Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente, e o chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa.

Depois sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres também por idade, e por fim, as crianças.

Os bebês eram os últimos a tomarem banho.

Quando chegava a vez deles, a água já estava tão suja que era possível “perder” um bebê lá dentro.

É por isso que existe a expressão em inglês ”don´t throw the baby out with the bath water”, literalmente “Não jogue o bebê fora junto com a água do banho”, que hoje usamos para os mais apressadinhos.

Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam eram o melhor lugar para os animais – cães , gatos, ratos e besouros se aquecerem.

Quando chovia, as goteiras forçavam os animais pularem para o chão assim a nossa expressão “está chovendo canivete” tem o equivalente em inglês “it´s raining cats and dogs” (está chovendo gatos e cachorros).

Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho.Certos tipos de alimentos oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada.

Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os tomates, sendo ácidos, foram alimentos considerados, durante muito tempo venenosos.

Copos de estanho eram usados para cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com oxido de estanho).

Alguém poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro.

O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo e bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não.

Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.

A Inglaterra país de território pequeno, é onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, retirados os ossos, colocados em ossários, e o túmulo usado para outro cadáver.

As vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, pelo lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade havia sido enterrado vivo.

Assim surgiu a idéia de ao se fechar os caixões, amarrar uma tira de pano no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarra-la a um sino.

Após o enterro alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante alguns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar e ele seria “ saved by the bell”, ou literalmente “salvo pelo gongo”, expressão que utilizamos até os dias de hoje.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Foto da discórdia


O médico e o Farmacêutico


Um médico no interior de Minas, queria tirar um dia de folga mais não
 podia fechar o consultório.
Chamou o Zé (responsável pela única farmácia da cidadezinha) e falou
 para ele:
 - Estou muito cansado e preciso descansar um dia. Como aqui não
acontece nada grave você fica no meu lugar .
O Zé aceitou. O médico vestiu o jaleco no Zé e foi pescar.
 De tardezinha quando retornou perguntou ao Zé:
 - E aí Zé como foi o dia
 O Zé respondeu:
 - Correu as mil maravia. Atendi treis duente.
 O médico preocupado perguntou:
 Quais foram os casos?
 O Zé disse:
 - O primero era um omi que tava com dô de estamo.
 O médico perguntou:
 O que você deu para ele?
 O Zé respondeu:
 - Dei omeprasó..
 O médico disse:
 - Tá certo OMEPRAZOL. E o segundo:
 O Zé disse:
 - O segundo foi um otro ome que tava com dô de cabeça.
 O médico perguntou:
 - O que você deu para ele:
 - Dei tilenó
 O médico disse:
 - Correto TYLENOL. E o terceiro?
 - A terceira foi uma muié que entro, trancô a porta, tirô a ropa,
 fico peladinha, deito na cama e disse:
 -O sinhô pricisa resolve o meu pobrema, fais 5 anos que eu não vejo um omi.
 O medico preocupado disse:
 - Meu Deus do ceu, o que você fez com ela?
 - O Zé disse:

 - CARQUEI COLÍRIO NO ZÓIO ZOIO DELA UAI

segunda-feira, 26 de março de 2012

Urologista

- Dr. meu testículo esquerdo está escuro...

O médico examina o local várias vezes e logo lhe dá o diagnóstico: 

- Olhe, tenho que cortar urgentemente o testículo esquerdo, pois ele está com um princípio de gangrena.

Se eu não fizer nada, você pode até morrer!!!! 
No mesmo dia o homem é operado. Depois de uns 15 dias, o sujeito volta ao médico: 
- Doutor, doutor!! Esta manhã, notei que o outro testículo também está azulado! 
Preocupado, o médico começa a examinar o paciente e lhe dá o mesmo diagnóstico.
No dia seguinte, na sala de cirurgia, o testículo direito é amputado. 
Duas semanas depois, à beira de um ataque de nervos, o paciente regressa ao consultório: 
- Doutor, doutor! Veja isto, agora é o meu pênis que está azulado.
Não me diga que terá que cortá-lo também! 
O doutor faz uma curta revisão, confirma o triste diagnóstico e submete o coitado a uma complicada cirurgia, na qual lhe amputa o pênis e em seu lugar coloca uma mangueirinha plástica transparente.
Três semanas depois o homem regressa, abre a porta do consultório e grita: 
- Doutor, que merda está acontecendo??? O senhor sabe o que está azul agora? ... A mangueirinha de plástico!!! Será que tenho um grave problema sanguíneo? 
O médico, após tentar acalmá-lo, faz um exame completo e aprofundado. 
Horas depois, com o resultado dos testes na mão e uma cara de alívio, anuncia: 
- Fique tranqüilo, meu amigo, pois trago boas notícias. Você terá vida longa! 
Desta vez fiz exames minuciosos e não tenho mais dúvidas: 



- SEU JEANS DESBOTA -

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Assistente de ginecologista


Um desempregado comparece ao SINE de São Paulo para ver se havia algum emprego para ele.
Chegando lá, viu um cartaz escrito "Precisa-se de assistente de ginecologista".
Ele foi todo faceiro ao balcão e perguntou pelo trabalho. 
- Pode me dar mais detalhes?
E o funcionário: 
- Sim senhor. O trabalho consiste em aprontar as jovens pacientes para o exame. Você deve ajudá-las a se despir, e cuidadosamente lavar suas partes genitais. Depois você faz a depilação dos pelos púbicos com creme de barbear e uma gilete novinha... Depois esfrega gentilmente óleo de amêndoas doces, de forma a que elas estejam prontas para o ginecologista. O salário mensal é de R$ 5.000,00 com carteira assinada e demais benefícios, mas você deve ir até Marília.
- Nossa são 430 km de São Paulo e eu moro aqui. É lá o emprego?
- Não, é lá que tá o fim da fila!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Profissão certa

Ele se tornou um advogado especialista e não queria saber de outra função que não fosse a sua especialidade.
Um dia, em casa, sua mulher pediu:
- Querido, o ferro não esquenta. Dê uma olhada, por favor...
- Querida, acooordaaaaaa! Eu não sou eletricista! Sou advogado!
No outro dia:
- Querido, a pia entupiu. Você pode dar uma olhadinha?
- Querida, acoooordaaaaaa! Eu não sou encanador! Eu sou um advogado!
Na segunda-feira seguinte:
- Querido, a torradeira está pegando fogo!
- Mulher, vê se acooordaaaaaaa! (alterado) Eu não sou bombeiro, sou AD - VO - GA - DOOOO!
No fim de semana, descansando, ele descobre que tudo o que a mulher havia reclamado estava em perfeito funcionamento.
E ele pergunta:
- Querida, quem fez todos esses reparos?
- Ora, querido, você lembra daquele seu amigo engenheiro que você trouxe para jantar aqui no sábado passado?
- Sim, lembro.
- Então, ele se prontificou a consertar tudo.
- Como assim? Ele fez tudo de graça?
- É claro que não! Ele me disse que eu poderia pagar de duas formas: eu faria outro prato igual ao que ele jantou aqui ou lhe dava o prazer de um sexo bem animal...
- E o que você fez?!?!
- Querido... Helloooo... Acoooordaaaa!!!!! Eu não sou CO - ZI - NHEI - RAAAAA....