quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A fisioterapeuta afoita

Duas mulheres estavam jogando golfe numa manhã de sábado. Uma delas errou a tacada e atingiu um jogador próximo. Quando a bola atingiu o homem, ele imediatamente, juntou suas mãos entre as pernas e ajoelhou-se gemendo de dor. 

A mulher então correu até o local e pediu desculpas, explicando que era fisioterapeuta. 
- Por favor, deixe-me ajudá-lo. Sou fisioterapeuta e sei como aliviar a dor que esta sentindo! Posso fazê-lo sentir-se melhor se você deixar! 
- Ummph... oooooh... Não, não precisa, já vai passar. Ficarei bem em alguns minutos (disse o cara, quase sem poder respirar, mas continuando em posição fetal, com as mãos entre as pernas). 
Mas ela, cheia de culpa, insistiu e ele finalmente permitiu que o ajudasse. Delicadamente, ela afastou as mãos do cara e deitou-o de lado, abrindo a braguilha da sua calça. Colocou a mão por dentro e iniciou uma massagem no saco do cara. 
Após alguns minutos, ela pergunta:
- Como está agora?
Ele responde: 
- Hummm... Ótimo!!! Meu dedo até parou de doer...

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Receita médica

Um jovem médico, viajando de carro, percebeu que estava ficando sem combustível. Entrou num vilarejo e dirigiu-se a um posto de gasolina para abastecer o carro. Não viu uma viva alma no posto e, apesar de buzinar várias vezes, ninguém vinha atendê-lo.

Finalmente apareceu um rapazinho que lhe disse:

- Não adianta buzinar, porque o posto está fechado; a filha do dono morreu ontem e todos estão no velório.

O jovem médico pensa uns segundos e chega à seguinte conclusão:

- Se não posso prosseguir e não sei a que horas irão retornar, vou até ao velório também, já que não posso fazer mais nada.

Lá chegando, aproxima-se do caixão por mera curiosidade, e de repente, observa algo extremamente raro. Chama o pai da 'falecida' e diz-lhe:

- Olhe, sou médico, a sua filha não está morta, está em estado catatônico; parece morta, mas está viva!

O pai, nervosíssimo, pergunta:

- O Sr. pode fazer alguma coisa?

O jovem médico, explica-lhe que há uma possibilidade, embora remota, de trazê-la à vida. Para isso, teriam que submetê-la a uma sensação muito forte.
Pergunta então ao pai: - A sua filha tinha namorado?

Embora estranhando a pergunta, o pai respondeu sim, e que ele se encontrava presente.

Bem, disse o jovem médico, então tirem o corpo do caixão, levem-no para uma cama junto com o namorado e deixem que eles façam sexo.

Ainda que com algumas reservas, o pai dá ordens para que seja feito tudo o que o doutor disse, mas pede para que ele fique, a fim de comprovar o resultado.

Passadas quatro horas abre-se a porta do quarto e, como por um milagre, a moça aparece vivinha da silva!

Foi uma grande alegria para todos, que logo programam uma festa e convidam o jovem doutor.

Este se desculpa, alegando que tem de ir visitar um familiar que se encontra doente, mas promete passar pela aldeia na viagem de regresso. Tanque cheio, o médico prossegue sua viagem.
Passados 15 dias ele regressa e decide cumprir o que prometera: passar pela aldeia para ver como estava a jovem ex-defunta.

Ao chegar ao posto, avista o mesmo rapaz, que desta vez está ali tomando conta do negócio. Assim que reconhece o doutor, o rapaz corre desesperado ao seu encontro e lhe diz:

- Graças a Deus que o senhor voltou! Não sabíamos como encontrá-lo e estávamos a sua espera! O Sr. Engrácio, pai da menina que o senhor salvou, morreu há 10 dias! Metade do vilarejo já comeu o cú do velho, mas nada do homem ressuscitar!

MORAL DA HISTÓRIA:
O MESMO MEDICAMENTO NÃO SERVE PARA TODOS!